Investir sob demanda é alternativa para a cibersegurança de pequenas e médias empresas

Brasil registrou mais de 700 milhões de ataques cibernéticos em um ano, o equivalente a cerca de 1.379 ataques por minuto

GIULIANO VILLA NOVA
27/08/2025 10h33 - Atualizado há 6 horas

Investir sob demanda é alternativa para a cibersegurança de pequenas e médias empresas
Assessoria de Imprensa_Trust Control
 

Proteção acessível é a nova realidade em cibersegurança voltada para pequenas e médias empresas, que representam a espinha dorsal da economia nacional. Segundo o Sebrae Nacional, 96% das novas empresas abertas em 2024 foram de pequenos negócios, que geram 7 a cada 10 vagas de emprego no país. No entanto, essas empresas enfrentam uma realidade assustadora: o Brasil registrou mais de 700 milhões de ataques cibernéticos em um ano, o equivalente a cerca de 1.379 ataques por minuto, com 192 milhões dessas tentativas focadas especificamente em companhias de menor porte. "A vulnerabilidade dessas empresas é um chamado urgente para a adoção de soluções personalizadas, práticas e acessíveis que possam garantir sua sobrevivência no ambiente digital", destaca Alberto Jorge, CEO da Trust Control.

A dificuldade financeira e a escassez de profissionais especializados no setor são obstáculos frequentes para que essas empresas deixem de implementar medidas robustas de segurança digital. "Muitos pequenos empresários ainda enxergam a cibersegurança como um luxo, quando, na verdade, é uma necessidade crítica de negócio, capaz de prevenir prejuízos financeiros severos e danos irreparáveis à imagem corporativa," comenta Alberto Jorge. 

A terceirização de serviços de cibersegurança tem se destacado como uma alternativa eficaz, uma vez que evita os custos elevados de manter equipes internas e oferece monitoramento contínuo e resposta rápida a incidentes. Para este objetivo, as pequenas empresas podem contar com a contratação de companhias especializadas em segurança cibernética, que funcionam como autênticos “departamentos de cibersegurança” para essas empresas de menor porte.

Soluções

Entre as soluções alinhadas às necessidades e orçamentos dessas empresas estão ferramentas básicas como antivírus em nuvem, firewalls integrados a roteadores, autenticação multifator e gerenciadores de senhas, que facilitam a proteção contra as vulnerabilidades mais comuns. Além disso, a conscientização e o treinamento da equipe ganham protagonismo para mitigar ataques como phishing e ransomware. "Não basta investir em tecnologia. O capital humano é essencial para fortalecer a primeira camada de defesa, já que os ataques cada vez mais sofisticados exploram o fator humano," ressalta Alberto Jorge.

O avanço da digitalização entre as pequenas empresas aumenta ainda mais a importância desses investimentos. Pesquisa do Sebrae de 2025 revela que 76% dos pequenos negócios no Brasil já utilizam computadores em suas operações diárias, e 98% estão conectados à internet, expondo suas operações a riscos digitais. Neste cenário, iniciativas governamentais como a nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) reforçam a necessidade de políticas públicas fortes e ações colaborativas para fortalecer a resiliência dessas empresas no ciberespaço.

"O futuro da economia brasileira passa pela proteção digital das pequenas e médias empresas. Se essas empresas estiverem vulneráveis, a consequência é uma ameaça direta à estabilidade econômica e social do país", alerta Alberto Jorge. "Garantir proteção digital a essas empresas é assegurar a saúde do mercado, a geração de empregos e o desenvolvimento sustentável do país. É uma missão que requer compromisso e ação imediata", aponta o CEO da Trust Control.

Orientações

De acordo com Alberto Jorge, estas cinco dicas objetivas contribuem muito para a cibersegurança em pequenas e médias empresas:

  1. Use senhas fortes e um gerenciador de senhas para proteger acessos importantes e evitar invasões simples.
  2. Invista em treinamentos para a equipe para evitar golpes de phishing e ampliar a consciência sobre riscos digitais.
  3. Faça backups automáticos e frequentes dos dados, preferencialmente na nuvem, para garantir recuperação rápida em casos de ataque.
  4. Mantenha sempre antivírus e firewalls atualizados para bloquear ameaças antes que causem danos à empresa.
  5. Configure autenticação em duas etapas (2FA) nas contas e sistemas para adicionar uma camada extra de proteção contra acessos não autorizados.

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Giuliano Villa Nova
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FONTE: LEGENDA DA FOTO: Alberto Jorge, CEO da Trust Control
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