São Paulo amplia número de técnicos para laudos de árvores e reforça fiscalização com IA

Decreto assinado pelo prefeito Ricardo Nunes triplica número de profissionais aptos a analisar remoções; veículos de zeladoria terão rastreamento obrigatório.

Redação - Itaquera em Notícias
28/02/2026 09h47 - Atualizado há 2 semanas

São Paulo amplia número de técnicos para laudos de árvores e reforça fiscalização com IA
Imagem: Divulgação / SMSUB - Prefeitura de SP

A Prefeitura de São Paulo anunciou alterações no Decreto nº 61.859/2022 para acelerar o atendimento de demandas de manejo arbóreo e reforçar a fiscalização dos serviços de zeladoria. A principal mudança, assinada pelo prefeito Ricardo Nunes, permite que engenheiros agrônomos, florestais e biólogos de empresas contratadas também emitam laudos técnicos para remoção e transplante de árvores. Anteriormente, essa função era restrita exclusivamente aos servidores municipais.

Com a nova medida, o número de profissionais aptos a analisar os pedidos saltará de 82 para 248. Segundo o secretário municipal das subprefeituras, Fabricio Cobra, a ampliação do quadro técnico visa aumentar a produtividade e reduzir o tempo de espera dos munícipes, mantendo o rigor técnico nas avaliações em áreas públicas. A Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB) continuará coordenando as diretrizes de manejo nas 32 subprefeituras da capital.

Além do reforço técnico, o decreto estabelece um novo padrão de controle tecnológico para as prestadoras de serviço. Torna-se obrigatória a instalação de rastreadores equipados com inteligência artificial (IA) embarcada em todos os veículos de zeladoria. O sistema permite o processamento de dados em tempo real diretamente no veículo, garantindo maior precisão no monitoramento de rotas, paradas e execução das tarefas contratadas.

O gerenciamento desse monitoramento eletrônico será feito por uma empresa especializada, assegurando transparência e conferência imediata dos itinerários. De acordo com a prefeitura, a modernização do sistema não gerará custos adicionais para as empresas prestadoras de serviço, sendo uma ferramenta estratégica para otimizar a gestão dos recursos públicos e a eficiência do zeladoria urbana.


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