A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), mobilizou uma estrutura com mais de 400 profissionais para garantir a proteção e o acolhimento dos foliões no Carnaval 2026. A operação foca no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, além de combater crimes como racismo, LGBTfobia, xenofobia e assédio, por meio do protocolo “Não Se Cale”.
A estrutura conta com sete unidades móveis e tendas de acolhimento estrategicamente posicionadas ao lado dos postos médicos nos megablocos, no Sambódromo e nos desfiles de bairros da UESP. O atendimento é realizado por equipes multidisciplinares compostas por psicólogas, assistentes sociais e orientadores jurídicos. A ação é reforçada pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) e parcerias com o Ônibus Lilás e a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
Para a proteção de crianças e adolescentes, a Prefeitura realiza a distribuição de pulseiras de identificação e mantém os 52 Conselhos Tutelares da cidade em regime de plantão. Além disso, a Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos utiliza a tecnologia do sistema Smart Sampa para auxiliar em eventuais buscas e suporte imediato.
A população pode buscar auxílio diretamente nas unidades móveis identificadas ou utilizar os canais oficiais de denúncia: Disque 100 (Direitos Humanos), Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher) e o portal SP156. Os postos funcionam em horários variados, acompanhando o fluxo dos blocos em pontos como Ibirapuera, Consolação, Faria Lima e na Vila Esperança, na Zona Leste.