Como as organizações da América Latina reagem a um ataque de ransomware

CAREN GODOY
28/08/2025 15h44 - Atualizado há 12 horas

Como as organizações da América Latina reagem a um ataque de ransomware
José P. Leal Junior
Segundo o Relatório de Tendências de Ransomware e Estratégias Proativas da Veeam® Software, líder global em resiliência de dados por participação de mercado, é possível concluir que embora muitas organizações vítimas de sequestro de dados optem por pagar o resgate, o retorno das informações perdidas não é garantido. De acordo com o estudo, uma em cada cinco empresas pagantes na América Latina não recupera os dados e quase uma em cada quatro resolve o incidente sem pagar:
  • 55% pagaram o resgate e conseguiram recuperar os dados.
  • 11% pagaram, mas não conseguiram recuperar os dados.
  • 24% não pagaram e mesmo assim conseguiram recuperar seus dados
Também é observado que, antes de sofrerem um ataque, 84% das organizações na América Latina acreditavam estar completamente preparadas ou preparadas para lidar com um incidente de ransomware, enquanto apenas 2% admitiam estar pouco ou nada preparadas. No entanto, após o ataque, essa confiança muda drasticamente: somente 63% ainda se consideravam preparadas e o número de organizações que se viram pouco ou nada preparadas quintuplicou: saltou para 10%.

Segundo José P. Leal Junior, country manager da Veeam no Brasil, os dados revelam que o ataque funciona como um teste real que expõe falhas ocultas em planos, processos e integrações. “A experiência com ransomware ensina que preparo não é apenas ter um plano — é saber que ele funciona quando mais importa. Treinamentos práticos, integração entre times de backup e segurança, e decisões estruturadas sobre negociação ou não com atacantes são essenciais para fortalecer a resiliência das organizações e garantir a continuidade dos negócios”.

Para ajudar a lidar com essas ameaças cibernéticas persistentes, o relatório compartilha várias etapas práticas que as organizações podem tomar para reforçar a defesa, mitigar riscos e se recuperar mais rapidamente, bem como as melhores práticas de empresas capazes de se recuperar com sucesso. A Veeam entrevistou 1,3 mil organizações para avaliar como os diretores de Segurança da Informação (CISOs), profissionais de segurança e líderes de TI estão se recuperando de ameaças cibernéticas.

Os dados compartilhados neste levantamento, assim como outras informações mais detalhadas sobre o cenário de ransomware na América Latina, foram debatidos na edição 2025 do VeeamON Tour Brasil, evento referência em resiliência, proteção e recuperação de dados, que reúne líderes nacionais e internacionais da Veeam, clientes e parceiros para apresentar estratégias contra ameaças cibernéticas, tecnologias para recuperação de desastres e cases reais de empresas que fortaleceram sua segurança. O VeeamON Tour Brasil 2025 acontece no dia 28 de agosto, no Blue Tree Transatlântico Convention Center, em São Paulo.

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CAREN GODOY DE FARIA
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