Redefinição estética pós-emagrecimento: terapias anti flacidez e remodeladoras de impacto pós uso de canetas emagrecedoras.

A perda rápida de peso intensificou a busca por protocolos que tratam flacidez, reposicionam tecidos e promovem resultados visíveis com segurança e tecnologia

Bendita Letra
28/08/2025 10h39 - Atualizado há 2 horas

Redefinição estética pós-emagrecimento: terapias anti flacidez e remodeladoras de impacto pós uso de canetas
Arquivo Pessoal/Divulgação

Segundo dados publicados na Agência Câmara de Notícias houve um crescimento de 663% nas vendas de canetas emagrecedoras em seis anos, o que significa que só em 2024 o Ozempic isolado, que é a semaglutida, vendeu mais de R$3 bilhões. Contudo, o uso indiscriminado de medicamentos para diabetes e obesidade, como Ozempic e similares, com fins estéticos, pode gerar consequências graves aos pacientes que se automedicam Embora eficazes na redução de peso, esses medicamentos vêm gerando uma nova demanda estética: a busca por protocolos que combatem a flacidez e melhora o contorno corporal e ajudem a reorganizar os tecidos após um emagrecimento acelerado.

A cosmetóloga e pesquisadora Adélia Mendonça, CEO da Adélia Mendonça Cosmiatria Científica Avançada, explica que a perda rápida de gordura corporal, especialmente sem uma preparação da pele para esse processo, tende a comprometer a firmeza, principalmente em áreas como abdômen, glúteos, braços, face e interno das coxas. “Com a redução do volume de gordura, a pele precisa se reacomodar. Se ela estiver fragilizada, desnutrida ou com baixa produção de colágeno, há uma chance muito maior de desenvolver flacidez e até aspecto de esvaziamento”, pontua.

Nesse contexto, cresce o interesse por protocolos remodeladores e terapias anti flacidez — que incluem tecnologias como radiofrequência, ultrassom microfocado, bioestimuladores de colágeno, cosméticos de alta performance e peelings corporais. Esses tratamentos não apenas melhoram a aparência da pele, mas também estimulam ativamente a produção de fibras de sustentação e reestruturação tecidual.

Adélia destaca que a abordagem precisa ser personalizada. “Não existe um único tratamento padrão. Precisamos entender o grau de flacidez, o tempo de emagrecimento, a condição hormonal e o estilo de vida para montar um plano integrativo. Em alguns casos, usamos desde dermocosméticos regeneradores com peptídeos biomiméticos até ativos tensores e protocolos firmadores com sinergia de luz e calor”, explica.

Mais do que uma questão estética, a redefinição pós-emagrecimento impacta diretamente a autoestima e a aderência ao processo de transformação corporal. “Muitas pessoas emagrecem, mas se frustram com o que veem no espelho. A flacidez compromete esse resultado final. Por isso, é fundamental conscientizar o paciente sobre o cuidado com a pele durante e após o uso das canetas emagrecedoras”, reforça.

Além dos procedimentos em cabine, Adélia defende a importância da cosmética de manutenção domiciliar — com fórmulas capazes de manter o estímulo biológico da pele, prolongar os efeitos dos protocolos e garantir a hidratação e nutrição adequadas. A tendência reforça uma mudança no comportamento do consumidor estético: cada vez mais informado, exigente e disposto a investir em soluções que unam tecnologia, ciência e resultados sustentáveis


 

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MARIA JULIA HENRIQUES NASCIMENTO
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FONTE: Adélia Mendonça – Cosmetóloga, Pesquisadora e CEO da Adélia Mendonça Cosmiatria Científica Avançada.
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