O peixe é o novo superalimento? Descubra os benefícios que você não sabia

INFORMAçõES PARA A IMPRENSA: CAMILA PAL - CAMILA܂NESTOR@GLOBALPRCONSULTING.COM – 11 9 1015
27/08/2025 13h21 - Atualizado há 7 horas

O peixe é o novo superalimento? Descubra os benefícios que você não sabia
Freepik
O consumo de peixes, muito além do sabor e da versatilidade na cozinha, é uma poderosa estratégia para promover saúde e bem-estar. Ricos em proteínas de alta qualidade, ômega-3, vitaminas e minerais essenciais, os peixes se destacam como um dos alimentos mais completos e recomendados por nutricionistas ao redor do mundo.

Segundo Cintya Bassi, coordenadora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, incluir peixes no cardápio pelo menos duas vezes por semana pode trazer benefícios significativos, especialmente para o coração e o cérebro.


“Peixes como salmão, sardinha, cavala e atum são fontes excepcionais de gorduras boas que reduzem inflamações, melhoram a memória e ajudam a prevenir doenças cardiovasculares. Além disso, peixes são mais fáceis de digerir do que outras carnes, sendo uma excelente escolha para todas as idades”, explica Bassi.

Quanto comer e com que frequência?
A recomendação nutricional é clara: consumir entre 100g e 150g de peixe por refeição, duas vezes por semana, já é o suficiente para garantir os benefícios associados ao seu consumo. “A dica é priorizar espécies com alto teor de ômega-3, como o salmão, sardinha, cavala, atum e arenque”, explica a especialista.
 
  Calorias Proteína (g) Ômega 3 (mg) Mercúrio (ug)
Salmão 200 22 2000-4000 20
Pescada 90 21 200-400 30
Cavala 180 20 2500-5000 70-150
Atum (enlatado ou fresco) 130 23 300-500 150-300
Sardinha 180 24 1200-2200 15
Tilápia 110 21 150-250 10

Apesar de todos os benefícios, Bassi faz o alerta: “é essencial ficar atento à exposição ao mercúrio, um metal pesado presente em alguns peixes de águas profundas ou espécies predadoras”. O consumo frequente e em grandes quantidades pode causar danos ao sistema nervoso, rins e fígado, especialmente em crianças e gestantes. Por isso, deve-se variar os tipos de peixe consumidos e dar preferência às espécies com menor teor de mercúrio.

Diferenciais das principais espécies consumidas no Brasil
 
Peixe Benefícios nutricionais Melhores formas de preparo
Sardinha Rica em ômega-3, cálcio (com espinha), vitamina D e B12, baixo teor de mercúrio Patês, grelhada, assada, no vapor
Atum (enlatado ou fresco) Fonte de proteína magra, selênio e ômega-3, prático e saciante Em saladas, patês, grelhado (evitar consumo excessivo por causa do mercúrio)
Tilápia Baixo teor de gordura, boa fonte de proteína e fósforo Grelhada, assada, cozida
Salmão Altamente nutritivo: rico em ômega-3, vitamina D, B12 e antioxidantes como a astaxantina Grelhado, assado, defumado
Pescada Leve, de sabor suave, rica em proteína magra, selênio e vitamina B12 Grelhada, assada, cozida ou em caldeirada
Cavala Rico em ômega-3, selênio, vitaminas D e B12; escolher espécies com menor teor de mercúrio Assada, grelhada, em conserva

Comer peixe é investir em saúde de forma saborosa e acessível. “Variar o tipo e o preparo garante uma dieta equilibrada, rica em nutrientes essenciais para o corpo e a mente” afirma a especialista.

Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
CAMILA NESTOR PAL
[email protected]


Notícias Relacionadas »