Proeletronic alerta para riscos e prejuízos da pirataria em produtos de telecomunicações
Apesar de ser um crime com penalidades legais, incluindo multas e detenção, a pirataria tem crescido em função do aumento da demanda por streaming, jogos eletrônicos e por câmeras e outros dispositivos de segurança eletrônica
CLEZIA MARTINS GOMES
02/04/2025 16h23 - Atualizado há 1 dia
Divulgação
São Paulo, 2 de abril de 2025 – A pirataria de serviços de telecomunicações e de segurança física é um grande desafio a ser enfrentado pelo mercado e pelo governo brasileiro, por se tratar de um crime com grande impacto econômico e sérios riscos para os consumidores. Para se ter uma ideia, segundo estimativas recentes da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), a pirataria de TV por assinatura gerou um prejuízo anual de cerca de R$ 15 bilhões para o setor e evasão fiscal de R$ 2 bilhões, uma redução de arrecadação tributária significativa para o governo. Essa perda coloca o País na 7ª posição entre os que mais sofrem perdas com esse tipo de crime, segundo o Anuário da Associação Brasileira de Combate à Falsificação. Devido à gravidade da situação, já há alguns anos, órgãos como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Receita Federal e Polícia Federal têm intensificado o combate à comercialização de TV boxes não homologadas e serviços clandestinos de IPTV. Recentemente, o laboratório da Anatel somou, por exemplo, 105 operações de bloqueio de TV boxes piratas e monitora atualmente 15.159 endereços de IP. Quando se fala de produtos de segurança eletrônica, como câmeras, alarmes, leitores de cartão e biometria, softwares e outros hardwares, a situação não é diferente, mas infelizmente não existem dados atualizados sobre o volume de falsificações e os prejuízos gerados. “O fato é que, apesar das campanhas, muitos consumidores, iludidos com preços mais acessíveis, continuam comprando produtos piratas”, explica Gilberto Gandelman, CEO da Proeletronic. São moradores de cerca de 20% dos lares brasileiros, de acordo com a ABTA. Porém, o barato pode sair muito caro no curto prazo. As TV boxes piratas podem expor os usuários a riscos de cibersegurança, como roubo de dados – inclusive sensíveis. Os serviços clandestinos podem ter qualidade inferior e muita instabilidade. No caso dos equipamentos de segurança falsificados é possível que comprometam a proteção de residências e empresas, ou seja, ter um resultado absolutamente oposto ao esperado. As empresas, por sua vez, sofrem com o uso de marcas muito similares, que confundem o consumidor, que nem sempre sabe estar adquirindo um produto ilegal, além de perderem milhões de reais em faturamento para concorrentes desleais, deixando de gerar divisas para o Brasil e mais empregos formais. “Os únicos beneficiados pela pirataria são os falsificadores, que têm lucros imediatos e deixam o consumidor abandonado à própria sorte”, afirma Gandelman. É um problema grave, que exige o empenho não só das autoridades, mas também das empresas do setor e de toda a sociedade. Por isto, a Proeletronic, fornecedora de produtos para recepção e distribuição de sinais de TV (aberta e paga), segurança, áudio, vídeo, telefonia e internet, assumiu há anos o compromisso de contribuir para o combate à pirataria. “Com o crescimento da demanda por streaming e outras opções de lazer digitais, a tendência é que cresça ainda mais a oferta de TV boxes piratas, que não oferecem a qualidade e não contam com qualquer tipo de suporte, podendo comprometer a segurança dos dados dos usuários. Diante deste cenário, nós precisamos agir para conscientizar as pessoas e reduzir a concorrência desleal”, destaca Gandelman. A Proeletronic tem adotado uma série de medidas para diminuir a pirataria de seus produtos, como investimentos consistentes em tecnologia de rastreamento e autenticação de produtos, em parceria com órgãos de fiscalização, como Anatel, implementação de selos de segurança e embalagens com design exclusivo e monitora o mercado em busca de produtos falsificados e toma medidas legais contra os infratores. Além disso, tem parcerias com distribuidores e varejistas autorizados, participa de associações e fóruns de combate à pirataria e realiza campanhas contínuas de conscientização e oferece canais de comunicação para que os consumidores possam denunciar a venda de produtos falsificados. Como fugir da pirataria de produtos eletrônicos Para evitar cair em golpes e garantir a aquisição de um produto original, é interessante seguir as seguintes dicas: - Procure lojas oficiais das marcas ou revendedores autorizados, que oferecem garantia e assistência técnica, o que garante a procedência do produto.
- Desconfie de preços muito baixos - se o preço for muito inferior ao praticado por outros vendedores, desconfie, porque é provável que o produto seja falsificado ou de qualidade inferior.
- Cuidado com vendedores desconhecidos e marketplaces não confiáveis - pesquise sobre a reputação do vendedor antes de comprar
- Verifique a embalagem e o produto – porque produtos originais geralmente têm embalagens de alta qualidade, com informações claras e precisas sobre o produto. Verifique se a embalagem está em bom estado, sem sinais de violação ou adulteração.
- Qualidade do produto - produtos falsificados geralmente têm acabamento inferior, com materiais de baixa qualidade e falhas na montagem. Verifique se tem o logotipo da marca, se os botões e conexões funcionam corretamente e se não há sinais de desgaste ou danos. Vale conferir se o produto conta com assistência técnica.
- Verifique o número de série e código de barras – esses números podem ser usados para verificar a autenticidade do produto no site da marca.
- Guarde a nota fiscal – ela é a sua garantia de compra e deve ser guardada em um local seguro.
- Procure os órgãos responsáveis por garantir qualidade e originalidade – confira se o produto é homologado pela ANATEL, certificado pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), se está de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). No caso dos equipamentos de segurança, cheque se está em conformidade com o ONVIF (Open Network Video Interface Forum), padrão aberto internacional, que permite a comunicação entre produtos de segurança física baseados em IP.
O consumidor amplia consideravelmente as chances de comprar produtos originais e evita cair em golpes e ter prejuízos financeiros ao seguir estas dicas. Além disso, ajuda o mercado a se aprimorar, o governo a melhorar a arrecadação e a sociedade como um todo se denunciar casos identificados de pirataria aos órgãos públicos responsáveis pela apuração dos fatos, como polícia e agências regulatórias. “É importante ressaltar que o combate à pirataria é um esforço contínuo e que as empresas precisam adaptar suas estratégias às novas tecnologias e aos métodos utilizados pelos falsificadores. Por isto, estamos sempre investindo em inovação e no aprimoramento de nossos produtos”, conclui Gandelmann. Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
Clezia Martins Gomes
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FONTE: www.proeletronic.com.br