A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realizou 220 atendimentos nos postos médicos instalados para o primeiro dia de pré-Carnaval em São Paulo. Até as 17h deste sábado (7), apenas três foliões necessitaram de remoção para unidades hospitalares. As principais ocorrências registradas foram náuseas, vômitos, ansiedade, mal-estar geral, enxaqueca e ferimentos leves.
O balanço parcial indica uma predominância de mulheres entre os assistidos. Em relação à faixa etária, a maioria dos atendimentos concentrou-se no público de 21 a 40 anos, somando 113 casos. O monitoramento apontou ainda que o suporte foi solicitado por diferentes perfis, desde crianças a idosos, como no caso de um folião de 61 anos que recebeu atendimento por queda de pressão no polo do Ibirapuera.
A estrutura montada para o Carnaval de Rua inclui 80 postos médicos e 95 ambulâncias, sendo 20 delas unidades de terapia intensiva (UTI) móveis. O esquema operacional mobiliza 960 profissionais de saúde e 1.920 bombeiros civis nos principais circuitos da capital. Os postos são equipados com climatização, geradores e salas de emergência com capacidade para intervenções imediatas, como soroterapia e suporte ventilatório.
O planejamento conta com uma Sala de Situação que monitora em tempo real os atendimentos e o deslocamento das ambulâncias por toda a cidade. Além das estruturas temporárias, a rede municipal mantém o funcionamento pleno de suas 34 UPAs, AMAs e hospitais. O foco das equipes está na resposta rápida em locais de grande aglomeração, como os eixos da Consolação, Faria Lima e Marquês de São Vicente.