Mude sua Mentalidade Financeira e Conquiste a Prosperidade
Ana Paula Lima Soares
21/03/2025 11h45 - Atualizado há 1 semana
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Sabia que o conceito que você construiu sobre o que é dinheiro está diretamente ligado ao seu autovalor? Mesmo uma pessoa muito bem-sucedida financeiramente pode sentir que falta algo em sua vida – dos bons relacionamentos ao preenchimento de um vazio – e o que observo bastante também são pessoas que estão insatisfeitas por ainda não obterem os recursos, a carreira ou o negócio que desejam. Ao final, tudo isso está intrinsicamente relacionado às crenças e aos padrões comportamentais inconscientes que acompanham cada ser humano e quem tem ligação direta com o autovalor. Como especialista e estudiosa do autoconhecimento e da inteligência emocional há mais de 30 anos, descobri que a relação que estabelecemos com o dinheiro é uma energia que reflete a maneira como nos percebemos e valorizamos. E não me refiro ao dinheiro no seu conceito fechado, é a tudo que o cerca, envolve ou provém dele.
Afinal, o que é o dinheiro? Se formos buscar na história da civilização, tudo começou com a troca de necessidades, as pessoas trocavam mercadorias, por exemplo, 1kg de sal por 1kg de carne. Essa ideia foi representada depois pela moeda, notas, cartões e hoje por bits eletrônicos (nem o visualizamos fisicamente). Em resumo, se analisarmos por este prisma, o dinheiro é uma ideia. Surgiu como muitas inovações que temos hoje na vida. Seguindo nessa reflexão, é interessante observar como muita gente aprendeu, desde à infância, o conceito de que o dinheiro está relacionado à ideia de sacrifício e dor. Essa visão distorcida auxilia a perpetuar a crença de que riqueza é algo penoso, gerando um impacto psicológico e emocional que influencia diretamente a forma como as pessoas lidam com a prosperidade. E isso impacta diretamente à vida – não apenas nas decisões financeiras. O dinheiro é um importante pilar social das relações e nem percebemos, mas questões comportamentais ligadas a ele podem construir ou destruir relações e, se formos investigar o que, de verdade, está por detrás dos conflitos não é o dinheiro em si, são as crenças que direcionam a própria vida da pessoa.
É por isso que o autoconhecimento é fundamental na equação “dinheiro e vida”. Quantas vezes a pessoa vive de forma abastada, mas está sem vida? Ou está sem vida porque vive o sacrifício para obter o dinheiro? Olhar para dentro para trazer compreensão de seus comportamentos é ir ao encontro da gestão emocional para reconhecer as crenças que dificultam seu crescimento ou bem-estar e, ao mesmo tempo, reconhecer seu próprio valor intrínseco para alinhar mudanças que permitam trabalhar a prosperidade em um sentindo mais amplo: na vida.
Transformar a relação com o dinheiro e com a forma como vivemos e nos sentimos em relação à abundância é essencial. Muitas vezes, limitamos nossa capacidade de gerar riqueza por medo, insegurança ou por carregarmos padrões familiares e culturais que associam dinheiro a sofrimento e escassez. Importante salientar que a riqueza não significa apenas ter dinheiro ou bens materiais – envolve também –, mas vai muito além! Ao reprogramar nossa mente e reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta de criação e realização, podemos nos libertar dessas amarras emocionais e construir uma vida mais próspera e equilibrada. A chave para essa transformação está no autoconhecimento, na responsabilidade pessoal e na capacidade de enxergar oportunidades onde antes víamos barreiras. Para trabalhar melhor essa relação é que desenvolvi o curso "Dinheiro e Vida", uma imersão presencial para auxiliar os participantes a detectarem padrões inconscientes que determinam sua relação com o dinheiro. O objetivo é proporcionar um salto nas realizações e conquistas pessoais, promovendo equilíbrio entre vida pessoal, profissional e saúde financeira. O curso utiliza atividades em grupo combinadas com vivências individuais de autoavaliação e autopercepção, considerando as inteligências emocional, intelectual, física e espiritual. Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
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