Armazém Solidário de São Paulo pode ser replicado no Ceará e em São Bernardo do Campo

Programa que oferece alimentos e produtos essenciais com até 50% de desconto já realizou mais de 500 mil atendimentos e atrai interesse de outras gestões municipais.

Redação - Itaquera em Notícias
18/03/2025 15h31 - Atualizado há 2 semanas
Armazém Solidário de São Paulo pode ser replicado no Ceará e em São Bernardo do Campo
Imagem: Divulgação / Prefeitura de São Paulo

O programa Armazém Solidário, da Prefeitura de São Paulo, tem se consolidado como um importante meio de acesso a alimentos saudáveis a preços reduzidos para a população vulnerável inscrita no CadÚnico. Desde o início de suas atividades, em janeiro de 2024, até 15 de março, a iniciativa já realizou 542 mil atendimentos em suas seis unidades. O sucesso do projeto chamou a atenção do Governo do Ceará e da Prefeitura de São Bernardo do Campo, que estudam sua implementação.

Nesta terça-feira (18), o prefeito Ricardo Nunes recebeu a vice-governadora do Ceará, Jade Romero, e o prefeito de São Bernardo do Campo, Marcelo Lima, para conhecerem o funcionamento do programa. O Armazém Solidário comercializa alimentos frescos, proteínas, produtos de higiene e limpeza com descontos de até 50%, além de oferecer itens gratuitos oriundos do Banco de Alimentos. Nunes anunciou ainda a ampliação da iniciativa, com a inauguração de mais dez unidades, sendo a próxima no M’Boi Mirim, na Zona Sul.

A vice-governadora do Ceará destacou a importância do intercâmbio de boas práticas e afirmou que levará a experiência para avaliação do governo estadual. Já o prefeito de São Bernardo do Campo elogiou o projeto e disse que pretende replicá-lo, caso seja viável para o orçamento municipal. Para os beneficiários, o programa representa não apenas economia, mas também a garantia de alimentos de qualidade.

O Armazém Solidário é gerido pelo Instituto Nacional de Tecnologia, Educação, Cultura e Saúde (INTECS) e faz parte das ações da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento. Segundo o secretário Carlos Eduardo Batista Fernandes, a iniciativa fortalece a dignidade da população ao proporcionar autonomia na escolha de alimentos saudáveis, contribuindo para a segurança alimentar e o bem-estar social.


FONTE: Prefeitura de São Paulo
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