Promover uma marca por meio de ideias e posicionamentos é um dos princípios básicos do marketing. As estratégias mais comuns incluem comerciais na TV, anúncios em plataformas digitais e grandes banners espalhados pelas cidades. Embora sejam eficazes, muitas vezes essas ações deixam a desejar em termos de interação direta com o público.
É exatamente nesse cenário que o Live Marketing ganha destaque. Essa abordagem proporciona uma interação mais próxima, gerando diálogo e engajamento genuíno entre marcas e pessoas. Trata-se de um conceito que abrange eventos, campanhas e ações voltadas para a experiência, promovendo um contato mais humanizado e impactante.
O termo se consolidou no Brasil após o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing, em 2013. Desde então, seu uso tem crescido exponencialmente, especialmente em um mundo hiperconectado pelas redes sociais. Dados da Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) mostram que, em 2023, São Paulo movimentou R$ 9,3 bilhões com eventos que reuniram 7 milhões de participantes em mais de 1.200 atividades.
Com o avanço das redes sociais, as marcas não buscam apenas conversão em vendas, mas também criar vínculos emocionais com seu público. As estratégias de Live Marketing evoluíram como uma resposta à necessidade de se conectar de forma mais próxima, explorando a afetividade e o poder das memórias para fortalecer essas relações.
Engana-se quem pensa que apenas grandes empresas podem investir nessa estratégia. O Live Marketing ultrapassa barreiras orçamentárias ao focar na criatividade e no uso inteligente de recursos humanos e emocionais. Quando bem planejadas, ações menores podem gerar experiências igualmente memoráveis e relevantes.
Um ponto crucial para o sucesso do Live Marketing é o planejamento estratégico. Acreditar que basta expor a marca de forma “viva” ou improvisar contatos pode levar ao fracasso. Experiências negativas também marcam, mas no sentido oposto ao desejado.
A coerência é essencial: as ações devem estar alinhadas ao posicionamento e aos valores da marca. Replicar tendências de mercado que não dialoguem com o público-alvo ou o orçamento pode resultar em ações superficiais e sem propósito. Criatividade, autenticidade e planejamento são os pilares para evitar esses erros.
Por fim, o Live Marketing é uma estratégia poderosa para construir conexões reais, gerar engajamento e alcançar resultados de forma orgânica. Empresas que investem nessa abordagem estão não apenas fortalecendo sua presença no mercado, mas também inovando constantemente para manter suas marcas vivas e relevantes para os consumidores.
*Rodrigo Vitor é CEO da Fito, agência de eventos e live marketing especializada no segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences, Exhibitions), que possui destaque com ações de Brand Experience.
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MARCIA GOMES DE BRITTO
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