O novo urbanismo: um pensamento a longo prazo
Adriano Carrijo é engenheiro civil e CEO da Partini Urbanismo
KASANE COMUNICAÇÃO
08/01/2025 08h46 - Atualizado há 2 meses
Divulgação Partini Urbanismo: Na foto: Adriano Carrijo
Se após a Revolução Industrial, o desenvolvimento das cidades priorizou a construção de ruas, avenidas e estradas para os novos automóveis que ganhavam as vias e traziam conforto e praticidade à vida moderna da época, pouco mais de um século, um novo modelo de urbanismo trouxe a luz um movimento reverso: a priorização da natureza e um modo de viver mais integrado ao meio ambiente. Uma mudança de pensamento necessária considerando a crise climática em que vivemos já nas últimas décadas, e que intensificou-se em 2024, com as diversas catástrofes naturais no Brasil e mundo afora. Mas o Novo Urbanismo não é tão novo assim. Vanguardista, porém não é recente. Lá na década de 1990, nos Estados Unidos, era lançada a Carta do Novo Urbanismo que já enxergava como desafios o crescimento desordenado e horizontal das cidades. O Novo Urbanismo traz a ideia de que o ambiente físico impacta diretamente na qualidade de vida, proporcionando mais felicidade e bem-estar às pessoas. Mais do que um movimento de design urbano que procura promover o crescimento sustentável das cidades, ele foca na vida em comunidade, no respeito aos espaços, na importância do relacionamento com a natureza e seus limites. Muitas cidades são adeptas desse movimento que prioriza as pessoas aos carros, preza o senso de comunidade e coletivismo, preserva espaços verdes mantendo sua vegetação original, concebe espaços urbanos, buscando integrar trabalho, escola, serviços e moradia em um mesmo espaço, estimulando os deslocamentos a pé. Goiânia, jovem capital que é, com seus recém celebrados 91 anos, uma cidade planejada e moderna, dispõe de bairros verdes e praças abundantes. Excelente para se viver, foi a segunda capital brasileira eleita com melhor qualidade de vida em 2024, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil. E tem grandes pré-requisitos para se desenvolver ainda mais nesse movimento, com investimento e projetos arrojados de profissionais de renome da arquitetura e do urbanismo, impulsionado por um mercado imobiliário pujante, em franca expansão e valorização, seja em empreendimentos verticais, residenciais e comerciais, como em condomínios horizontais, sendo hoje a capital com o maior número de condomínios horizontais por habitante no Brasil, abrigando mais de 45 empreendimentos na região metropolitana. Número que será ainda mais expressivo com diversos novos lançamentos somente na GO-020, entre Goiânia e Senador Canedo, incluindo bairros inteiros planejados, como o Opus Terra da Grama, condomínio de alto padrão recém lançado pela Opus Urbanismo e Partini Urbanismo. Com sua localização privilegiada, e polo de comércio e serviços de excelência, atrai moradores e investidores de todo o país. Após um 2023 com valor acumulado de 6 bilhões e o posto de terceiro maior mercado imobiliário do país, 2024 se mostrou ainda melhor, segundo a pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), e recém levantamento do Índice FipeZAP, divulgado nesta terça-feira, 07 de janeiro, que apontou que Goiânia obteve 11,49% de alta em seus imóveis até dezembro de 2024. Nossa cidade merece um pensar responsável de seus bairros, tão verdes, tão floridos, tão arborizados. Que os novos empreendimentos venham amparados pelos princípios do Novo Urbanismo, conservando nas futuras gerações o mesmo encantamento de quem vem hoje a Goiânia e se apaixona na primeira visita. Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
CAROLINA OLIVEIRA DE ASSIS
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FONTE: Mariana Clímaco - Kasane Comunicação