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10/05/2024 às 15h18min - Atualizada em 11/05/2024 às 08h01min

Em apenas seis meses de operação, laboratórios de análise de fibra de algodão do Bureau Veritas inspecionam cerca de 8 milhões de amostras

Unidades do Grupo localizadas em Mato Grosso são responsáveis por assegurarem a qualidade de 76% da commodity produzida no estado, o que representa mais da metade da produção do país

BEATRIZ SOARES GOMES
Banco de imagens
 Líder em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), o Bureau Veritas inspecionou cerca de 8 milhões de amostras de algodão em apenas seis meses de operação com os cinco laboratórios de análise de fibra. Localizadas no Mato Grosso, as unidades atendem ao aumento da demanda gerada pela alta produtividade dos cotonicultores da região e conta com a mais moderna tecnologia High Volume Instrument (HVI) para assegurar o cumprimento das normas internacionais e classificar o nível de qualidade da commodity. A expectativa de crescimento para a Safra de Algodão 2023|2024 é um aumento de quase 12% em relação à anterior.
 
“O Brasil é o terceiro maior produtor de algodão do mundo e o Bureau Veritas inspeciona mais da metade da produção brasileira. Nossas análises validam e certificam todo o trabalho do cotonicultor na condução de sua lavoura e impactam diretamente no seu valor de mercado, garantindo cumprimento de parâmetros de alto padrão aos investidores”, afirma Guilherme Cauduro, diretor de Agronegócios, Food & Commodities do Bureau Veritas.
 
O laboratório mais recente, localizado em Lucas do Rio Verde, foi inaugurado em julho de 2023, e a escolha da construção do quinto laboratório de algodão do Bureau Veritas reflete a importância da região para a cotonicultura nacional. Com capacidade para verificação de 13 mil amostras diárias e ocupando um espaço de 700 m², a unidade conta com uma equipe especializada em inspeção técnica de fibra de algodão, além de sete máquinas HVI, que garantem agilidade, confiabilidade e credibilidade das análises. São avaliados aspectos físicos como espessura, resistência, alongamento, maturidade, brilho, amarelamento e impureza. A partir dos laudos, os produtores garantem aos seus clientes a conformidade e o nível de qualidade do produto, essenciais para negociar valores e volume de compra.
 
O Mato Grosso produz o equivalente a 10 milhões de amostras de algodão, 76% inspecionadas pelo Grupo, em um dos maiores centros de análise da América do Sul em Sapezal, com produção de cerca de 18 mil amostras por dia, e laboratórios em Rondonópolis, Sorriso e Campo Novo do Parecis. Além de contribuir para o fortalecimento da cotonicultura brasileira, o Bureau Veritas também auxilia na geração de renda, com a abertura de mais de 300 vagas de emprego durante o pico da colheita.
 
Todos os cinco laboratórios do Bureau Veritas são credenciados pela Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) e seguem as normas de órgãos referência no setor, como United States Department of Agriculture (USDA), The International Cotton Association (ICA Liverpool), Bremen Cotton Association e Bremen Faser Institute. Os laboratórios também são credenciados ao Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB).
 
Sobre o Grupo Bureau Veritas
Com receita global de 5,7 bilhões de euros, o Bureau Veritas é líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC). Fundado em 1828, o Grupo está presente em 140 países, atendendo mais de 400 mil clientes. São 80 mil colaboradores localizados em mais de 1.600 escritórios e laboratórios pelo mundo, sendo mais de 6 mil profissionais no Brasil. O Bureau Veritas oferece um portfólio completo de serviços e soluções inovadoras para garantir que ativos, produtos, infraestrutura e processos atendam aos padrões e regulamentações de qualidade, saúde e segurança, proteção ambiental e responsabilidade social.

 
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