04/11/2021 às 15h58min - Atualizada em 05/11/2021 às 00h00min

UCCI referenda a presidência do “Comitê de Cidades Sustentáveis e Resilientes” à cidade De São Paulo

Reconhecimento é dado às cidades que têm políticas de consolidação de áreas verdes e biodiversidade

SALA DA NOTÍCIA Assessoria de imprensa
Representando a prefeitura e o prefeito Ricardo Nunes, que encaminhou, também, um vídeo ao evento, a secretária municipal de Relações Internacionais, Marta Suplicy, discursou, hoje (4), na XIX Assembleia Geral da União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI), pleiteando a presidência do comitê. Destacou que São Paulo é vanguarda, no Brasil e no mundo, contraponto ao negacionismo climático, e apresentou mais uma postulação: o título de “Capital Verde Ibero-americana"

Marta Suplicy destacou a atuação da cidade de São Paulo no contexto das Relações Internacionais, observando que os diversos acordos de cooperação já firmados pela capital do Estado de São Paulo tem sido “pontes” para o desenvolvimento local. 

Segundo Marta Suplicy, no mundo, “cada vez mais dependemos uns dos outros, principalmente nas questões ambientais”. Assim, a “paradiplomacia tem sido instrumento das cidades e governos locais para transformar as agendas internacionais em políticas públicas concretas”.

Dentre projetos e parcerias internacionais que a cidade de São Paulo tem firmado nos últimos anos com redes internacionais, Marta Suplicy citou Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU), que ela presidiu, em 2004; Fundação Ellen MacArthur, que tem se debruçado na difusão de projetos voltados à Economia Circular, sendo que São Paulo tem sido considerada estratégica, ao lado de Nova York e Londres. A ONU, nas questões ambientais e habitacionais. Sobre a UCCI, fundamentou o porquê é uma “importante aliada”.

“A UCCI representa a UNIÃO dos povos ibero-americanos! Temos parceria sólida com esta rede, que nos possibilita realizar nosso Relatório Anual de Localização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que agora estamos finalizando a segunda etapa em cooperação com Buenos Aires e cidade do México”, assinalou a secretária municipal de Relações Internacionais. 

Também, a convite da UCCI e de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro foram convidadas a integrar um projeto que está em curso, capacitando servidores que atuam com a socioeducação. Outras parcerias se dão em grupos de trabalho, como o de pessoas em situação de rua e o de futuro do turismo.

Diante desse contexto, Marta colocou São Paulo à disposição para liderar o Comitê Setorial de Cidades Sustentáveis e Resilientes. “Queremos, cada vez mais, estreitar a cooperação com a rede. A cooperação com UCCI deu samba!”

BALUARTE CONTRA O NEGACIONISMO CLIMÁTICO

Marta Suplicy disse que a Prefeitura de São Paulo acredita no “multilateralismo como canal para a inserção internacional da cidade de São Paulo”. Afirmou: “Nossa cidade é baluarte contra o negacionismo climático, científico e ambiental”. Segundo ela, São Paulo dá importância às questões do clima porque compreende que são cruciais para o futuro das cidades. “Assim, São Paulo quer ser a Capital Verde”, pleiteou. 

O título de Capital Verde Ibero-americana a UCCI estabeleceu em 2005, para reconhecer as políticas de governos locais que busquem fortalecer e consolidar as áreas verdes e a biodiversidade urbana, como base para avançar na direção de uma cidade sustentável. 

Dentre as razões para São Paulo ser reconhecida como Capital Verde, Marta Suplicy mencionou o Plano de Ação Climática, desenvolvido pela Prefeitura da capital paulista, aprovado pela rede de cidades C40, com mais de 43 ações definidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa até 2030 e, até 2050, zerar as emissões. “São Paulo tem o compromisso de renovar 20% da frota, de 14 mil veículos, para ônibus limpos, até 2024”, observou. 

A secretária municipal de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo deu mais exemplos, como o Hub Green Sampa, espaço voltado para impulsionar startups de tecnologias verdes e sustentabilidade.   

No momento pós-pandemia do coronavírus, Marta Suplicy afirma que São Paulo busca “uma recuperação econômica que seja sustentável e inclusiva, alinhada à Agenda 2030 e à década da ação, que são um norte para as políticas públicas da cidade.
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