29/09/2021 às 12h02min - Atualizada em 29/09/2021 às 14h30min

Do varejo à tecnologia: dez empresas que utilizaram seus recursos para minimizar impactos da pandemia

Após um ano e meio de distanciamento social, relembre as iniciativas de companhias que não pouparam esforços para ajudar a sociedade no combate à Covid

SALA DA NOTÍCIA Solidariedade
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A solidariedade se mostrou uma grande aliada na pandemia, independentemente de qual fosse a área ajudada e também fez (e ainda faz) a diferença quando falamos de iniciativas para auxiliar no combate ao coronavírus. Neste mês de setembro, o Brasil completa um ano e meio de pandemia, desde que o isolamento social foi decretado em março de 2020.

Neste cenário, empresas dos mais diversos segmentos e portes se mobilizaram e colocaram em prática projetos e ações que ajudaram a contribuir de alguma forma para a diminuição do impacto da Covid-19 no país. E, para relembrar, listamos algumas companhias que se esforçaram para auxiliar a população com as mais diversas iniciativas durante a pandemia do coronavírus:

Nubank
O Nubank criou um fundo de R$ 20 milhões para apoiar seus clientes em atendimento médico e psicológico remoto via vídeo, pedidos de supermercados e farmácias, entre outros serviços. A empresa segue praticando ações para minimizar os impactos do coronavírus na vida financeira de seus clientes, avaliando casos relativos a empréstimo pessoal e pagamento da fatura estão em canais de atendimento.

Positivo Tecnologia
A Positivo Tecnologia a companhia mobilizou suas equipes no Brasil, China e Taiwan, negociando prazos e preços de peças específicas para aumentar a capacidade de produção de ventiladores pulmonares da empresa Magnamed no Brasil. O projeto entregou 6.500 unidades do dispositivo ao Ministério da Saúde em tempo recorde. Além disso, apoiou a Hilab, empresa que realiza testes digitais para identificar anticorpos reagentes ao coronavírus. A colaboração permitiu aumentar a capacidade de produção para 20 milhões de testes por mês. O teste rápido de sangue, fornece o resultado – se a pessoa está ou não com o vírus – em apenas 10 minutos.
Para além dos esforços tendo a tecnologia e sua expertise como foco, outra importante iniciativa foi a doação de 60 cilindros de oxigênio, com capacidade de 50 litros, feita pela Positivo Tecnologia a instituições públicas de saúde da região metropolitana de Manaus (AM), em meio à crise de falta de oxigênio na região. Além disso, ajudou a diminuir as barreiras no processo de vacinação, com adesão ao Movimento Unidos pela Vacina. Por meio do projeto idealizado pelo Grupo Mulheres do Brasil, a Positivo Tecnologia doou computadores a secretarias municipais de saúde, após o levantamento da necessidade desses equipamentos para que os dados de imunização se mantivessem atualizados.

McDonald’s
A rede de restaurantes fast food doou, durante um fim de semana, refeições para profissionais da saúde no estado de São Paulo, projeto foi expandido para uma semana por meio do programa Bom Vizinho, oferecendo a alimentação para 29 instituições em 22 cidades. A empresa ultrapassou a marca de 50 mil combos entregues a quem estava na linha de frente do combate ao novo coronavírus. A campanha refletiu o caráter humano empregado no dia a dia da empresa, em mensagens de apoio e agradecimento enviadas junto com as refeições.

Westwing
A Westwing, plataforma de casa decoração e lifestyle, promoveu a campanha solidária “Fome de Ação” em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), para beneficiar as Mães da Favela. Por meio do engajamento dos clientes da companhia, foi possível apoiar as mães, chefes de família e moradoras de favelas, mulheres com dificuldades para prover o sustento de sua casa. A iniciativa arrecadou cestas digitais que puderam ser revertidas também em outras necessidades da família, como o gás de cozinha ou algum alimento de fora de uma cesta básica convencional. Durante o período da campanha, a empresa destinou R$ 3,00 a partir de cada pedido realizado para a ação.

XP Inc.
Por meio da plataforma “Juntos Transformamos”, a XP Inc. arrecadou doações destinadas à compra de cestas básicas para repasse a famílias em situação de vulnerabilidade social. A companhia doou R$ 25 milhões que devem ser destinados a ajudar 100 mil famílias na compra das cestas, sendo distribuídas com a ajuda das ONGs Gerando Falcões, Amigos do Bem e Visão Mundial.

Google e Zoom
O Google doou quase R$ 150 milhões apenas no Brasil para aliviar os efeitos da crise no país, o valor foi enviado a companhas de combate à fome, grupos mais impactados e como forma de crédito em anúncios. Além disso, a empresa e o Zoom disponibilizaram ferramentas de videoconferência, antes exclusivas para assinantes, para que empresas e famílias pudessem se comunicar à distância com mais facilidade.

Banco BV
O BV doou R$ 30 milhões e realizou uma campanha para arrecadar recursos que foram destinados à compra de insumos hospitalares e distribuiu itens de primeira necessidade a projetos sociais que já mantinha relacionamento. Adquiriu 50 respiradores em parceria com o governo do estado de São Paulo e entregou auxílios de R$ 300 em Vale-Alimentação a 1.400 famílias em estado de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, atendidas pelo Instituto Reação. Outra grande campanha da instituição financeira foi a arrecadação online realizada por meio da plataforma Abrace uma Causa, em que a cada um real doado por pessoa física, o banco BV doou a mesma quantia, até chegar ao total de R$ 10 milhões de reais. Os valores arrecadados beneficiarão todas as regiões do país, priorizando as localidades mais impactadas pelo novo coronavírus, assim como hospitais, famílias atingidas pela doença e em estado de vulnerabilidade social.

Magazine Luiza
Dentre tantas iniciativas da companhia, a grande rede de varejo doou R$ 10 milhões de reais em equipamentos e outros itens de tratamento da doença. Com o valor, foram comprados respiradores artificiais, leitos, colchões e travesseiros para equipar hospitais públicos e filantrópicos no Brasil. Além disso, a Magalu doou monitores cardíacos para o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, e ventiladores pulmonares para uma unidade do Sistema Único de Saúde (SUS), que fica na Vila Guilherme, bairro onde está a sede da empresa, também em São Paulo, e para a Santa Casa de Franca, no interior do estado.
Além dessas ações, por meio da Communitas, organização da sociedade civil que promove parcerias entre os setores público e privado, a companhia destinou mais R$ 2 milhões para a compra de ventiladores pulmonares para São Paulo, R$ 1 milhão para a ONG Amigos do Bem e quatro mil colchões e travesseiros para os governos estaduais do Pará e da Bahia.

Itaú
Por meio da Fundação Itáu para Educação e Cultura e do Unibanco, a instituição ajudou na infraestrutura hospitalar e na compra de cestas básicas e kits de higiene doando mais de 150 milhões. O objetivo da empresa foi reforçar que os recursos de grandes companhias são uma forma de apoiar comunidades vulneráveis, auxiliando no tratamento dos doentes e a conter o vírus.

Ao implementar essas iniciativas, as companhias inspiraram novas responsabilidades e uniram forças para minimizar os impactos causados pela pandemia, demonstrando que há maneiras de fortalecer a sociedade, se cada uma fizer sua parte, usando a sua própria expertise e seus recursos.

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