24/09/2021 às 13h03min - Atualizada em 24/09/2021 às 14h20min

Como a tecnologia melhora a qualidade do ensino superior

90% das organizações ligadas ao ensino superior entendem que a tecnologia melhora a qualidade de aprendizagem

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A necessidade do distanciamento social causada pela pandemia do coronavírus, deixou mais do que evidente, o impacto da transformação digital na educação superior. Por meio dela, milhões de estudantes e instituições de ensino puderam continuar as suas atividades de forma remota, sem correr o risco de contaminação pelo vírus. Até mesmo agora, com a possibilidade do ensino híbrido, a empresa D2L, player global de aprendizagem, conduziu uma pesquisa com mais de 4.830 diretores de instituições de ensino superior em todo o mundo, onde mais de 90% dessas organizações entendem que a tecnologia melhora a qualidade do ensino.

O ensino tradicional tem como foco exclusivo o professor e as suas instruções, o que exclui a realidade de aprendizado de cada aluno por não estar alinhado com as suas formas de aprender, dificultando a aprendizagem. Isso pode ocasionar em desmotivação seguida pelo abandono do curso.  O uso da tecnologia nesta etapa, o torna mais atrativo, engajado e acessível, por dispor de meios interativos, técnicas visuais estimulantes, e a possibilidade de unir o real ao imaginário. Não à toa, 92% dos respondentes da pesquisa mencionada, acreditam que instituições de ensino precisam se transformar digitalmente para permitir o crescimento futuro.

Existem milhares de estratégias que podem ser veiculadas para a incorporação da tecnologia nesse ambiente, seja por parte da própria escola, ou com atividades interativas planejadas pelo professor. Alguns tipos são: videoaulas, games, sala de aula invertida, transmissões ao vivo, realidade virtual, o uso de aplicativos etc. A ELSA Speak, por exemplo, é uma plataforma de ensino de inglês que une a inteligência artificial e o reconhecimento de voz para garantir que o aluno saiba desenvolver a sua fala dentro do idioma com total confiança e excelência. O app tem feito sucesso entre as universidades como a de Stanford e a de Kyoto, por trazer toda essa interatividade e estar de acordo com a realidade de cada usuário.

Desta forma, oferecida como um benefício ao aluno pela universidade, ou sendo usada em sala de aula, traz a possibilidade de o estudante ser o protagonista do aprendizado.

Ainda, segundo o levantamento da D2L, 68% opinaram que o modelo de aprendizagem híbrida oferece benefícios educacionais superiores ao modelo apenas presencial sem a tecnologia, e 90% afirmaram que suas opiniões em relação ao avanço é mais positiva após a crise causada pelo COVID-19, por exemplo.

Mesmo com todas essas vantagens, a inserção da tecnologia na rotina do ensino superior não deixa de ser algo desafiador, até mesmo, porque ainda há um grande obstáculo nesse processo, que é o acesso dos alunos à internet e aos dispositivos digitais. Ainda que essa dificuldade afete mais o ensino fundamental e médio, do que as universidades.

“É importante que ao inserir a tecnologia na rotina de aprendizado a instituição olhe para a realidade do público-alvo, os alunos. E, de fato, proporcionar as condições necessárias para que o aluno possa usufruir de toda essa mudança e aprimoramento”, completa Gabriel Paci, Country Manager da ELSA Speak Brasil.


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