19/09/2021 às 16h51min - Atualizada em 20/09/2021 às 11h20min

A identificação precoce de doenças em quinze minutos

A ressonância magnética é uma das principais aliadas de médicos e pacientes na detecção precoce de doenças nas mais diversas partes do corpo

SALA DA NOTÍCIA PAULA BATISTA
Cedip
Um dos exames de maior precisão na atualidade é a ressonância magnética e ela oferece um outro benefício: não produz nenhum tipo de radiação ionizante, ou seja, é um método seguro que possibilita imagens detalhadas de todas as áreas do corpo humano. Atualmente, os exames de ressonância magnética são importantes aliados de médicos e pacientes.
O médico especialista, Dr. Adilson Girotto Narciso de Oliveira, da CEDIP - Clínica de Exames de Diagnósticos por Imagem, explica que o equipamento pode identificar doenças em diversas partes do corpo, como cérebro, coração, ossos e articulações, mamas, além de outros órgãos, como pâncreas, pulmões, rins, fígado, próstata, útero e baço. “Por meio desse exame é possível identificar e prevenir doenças, analisar lesões e traumas e até detectar anormalidades em órgãos e identificar cânceres”, comenta.
Muitas doenças são detectadas pelo exame. No caso da região cerebral, por exemplo, a ressonância magnética auxilia a equipe médica a detectar aneurismas, derrame, esclerose múltipla, distúrbios do olho e ouvidos, além de ajudar na classificação e diferenciação de demências. “Esse exame possibilita uma análise completa e integral do paciente, contribuindo para assertividade no tratamento dos pacientes já que, muitas vezes, são doenças as quais não são possíveis um diagnóstico precoce sem o apoio dessas imagens”, avalia.
Segundo o especialista, o exame só é contraindicado para os pacientes que tenham algum objeto metálico no corpo, como alguns marca-passos, cateteres e outros dispositivos implantáveis. “Por isso, antes de fazer o exame, o paciente deve retirar quaisquer itens de metal, como brincos, botões, zíperes, grampos de cabelo e até maquiagem, etc, para que nada influencie os resultados do exame”, diz.
 
Como funciona
O campo magnético utilizado na ressonância consegue ordenar os movimentos das moléculas de água do corpo, assim, por meio da emissão de pulsos de radiofrequência, permite a formação de imagens detalhadas e de alta qualidade, das mais diversas estruturas do corpo humano, possibilitando o diagnóstico preciso de uma grande variedade de doenças.
“A pessoa que passa pelo exame de ressonância magnética é orientada a ficar deitadas e parada, já que os movimentos do paciente impossibilitam a captação de imagens precisas e, geralmente, um movimento de mais de três milímetros inutiliza os dados. Assim, durante os 15 ou 20 minutos de duração do exame, é bastante importante que o paciente fique calmo e relaxado, por isso, nas salas de exames na CEDIP, por exemplo, usamos paisagens, música e um ambiente que permita a pessoa a ficar o mais relaxada possível durante o período”, explica.
Outra vantagem é que, como não utiliza radiação ionizante, não há contraindicação na realização de exames frequentes, muito necessários nos casos de tratamentos cardíacos, neurológicos e tumorais. “Mesmo assim, o exame só é solicitado nos casos onde há alguma suspeita que precisa ser comprovada, como, por exemplo, nos casos de detecção de tumores ou para acompanhar a eficácia de um tratamento, como a diminuição de anormalidades”, completa.
O campo magnético da ressonância é gerado no &interior& da máquina. Posteriormente são enviadas ondas de rádio cujas frequências são descodificadas pelo software da Ressonância Magnética. Assim são formadas imagens extremamente detalhadas do interior do corpo. Em resumo, estas imagens permitem encontrar várias condições adversas no paciente que, de outra maneira, poderiam passar despercebidas.
 
O medo e a ansiedade
Uma das principais dificuldades em relação ao exame estão na eventual sensação de ansiedade durante o exame, que pode ser provocada pelo barulho da máquina, pelo desconforto de estar num espaço pequeno ou pela dificuldade em nos mantermos imóveis durante o exame. “É nestas situações que a experiência dos técnicos e médicos especialistas da CEDIP faz a diferença. Uma das propostas é dar ao paciente o controle do exame. Na mão da pessoa está sempre um botão de emergência que pode ser usado em qualquer momento, seja para falar com a equipe, para tirar qualquer dúvida ou para que a pessoa sinta que não está sozinha. Esse botão, e a simpatia e profissionalismo da equipe, dão segurança e confiança ao paciente. Deste modo, calmo e concentrado, também a pessoa poderá contribuir para a qualidade das imagens do seu exame de diagnóstico. Além disso, uma excelente playlist e paisagens nas salas especializadas oferecem mais conforto e comodidade a todos”, completa.
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