São Cristóvão Saúde participa de debates sobre IA e inovação na área da saúde
Executivos do grupo participaram de painéis sobre investimentos em tecnologia, governança de dados, ética e inteligência artificial.
Imagem: Divulgação / São Cristóvão Saúde
O Grupo São Cristóvão Saúde participou da 11ª edição do MV Experience Forum (MEF), realizado nos dias 2 e 3 de setembro, no Transamérica Expo Center. Considerado um dos principais eventos brasileiros voltados à inovação e tecnologia na área da saúde, o encontro teve como tema “Conexões que inspiram, futuro que transforma” e reuniu profissionais de diferentes áreas do setor para discutir os impactos da transformação digital na assistência e na gestão hospitalar.
Entre os representantes da instituição, o presidente e CEO do São Cristóvão Saúde e presidente da Santa Casa de Francisco Morato, Engº Valdir Pereira Ventura, participou do painel “O dilema da inovação: como líderes escolhem onde investir em tecnologia”. Ao lado de Jader Pires, diretor-geral da Santa Casa de Porto Alegre, e sob mediação de Alceu Alves, vice-presidente da MV, Ventura discutiu os critérios utilizados na definição de investimentos tecnológicos.
Durante o debate, o executivo destacou a necessidade de conciliar avanço tecnológico, sustentabilidade e qualidade no atendimento. Segundo Ventura, a escolha das ferramentas deve considerar a segurança dos pacientes e as necessidades das equipes que atuam diretamente na assistência.
A participação do grupo também contou com a diretora de Inovação e Tecnologia, Patricia Hatae, que moderou o painel “O novo perfil de TI em saúde: entre dados, ética e inteligência artificial”. O encontro teve Paulo Yoo, CTO do Dr. Consulta, e Thomas Sakoda, gerente de TI Corporativo na Rede Americas, como participantes, abordando temas como governança de dados, interoperabilidade, Shadow AI, segurança, ética, inteligência artificial e experiência do paciente.
Patricia Hatae também ressaltou a transformação do papel da tecnologia da informação no setor de saúde. Para ela, a área deixou de atuar somente como suporte técnico e passou a ter participação direta na forma como o cuidado é oferecido aos pacientes.