Assistência Social de SP registra recorde de 113 mil atendimentos no início de 2026
Volume de assistência cresceu 12% em relação ao ano anterior; CadÚnico na capital já atende 1,7 milhão de famílias.
Imagem: Divulgação / SMADS - Prefeitura de SP
A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) de São Paulo apresentou um balanço expressivo de suas atividades nos três primeiros meses de 2026. Ao todo, foram realizados mais de 113 mil atendimentos, representando um aumento de 12 mil assistências em comparação ao mesmo período de 2025. A rede, que opera de forma descentralizada pelas subprefeituras, registrou ainda 103 mil encaminhamentos internos, consolidando a integração das políticas públicas na capital.
O suporte é estruturado através de três eixos principais de atendimento, cada um com foco em uma necessidade específica da população:
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CRAS (Centro de Referência de Assistência Social): Focado na prevenção e no acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade.
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CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social): Unidade voltada para casos de média complexidade que envolvem violação de direitos (violência, trabalho infantil, etc.).
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Centro POP: Equipamento especializado no atendimento e acolhimento da população em situação de rua.
Uma das principais frentes de atuação da SMADS é a orientação sobre programas de transferência de renda e benefícios sociais, como o Bolsa Família, o BPC e benefícios eventuais. A base de dados da capital paulista é a maior do país, refletindo a magnitude do desafio logístico e social.
Atendimento a Imigrantes“Aqui na cidade de São Paulo, nós temos 1 milhão e 700 mil famílias aproximadamente registradas no CadÚnico. É a maior base cadastral do país, e se você olhar os municípios, todas essas famílias são alvo potencialmente elegíveis para algum programa social”, destaca Luiz Fernando Francisquini, Coordenador de gestão de benefícios da SMADS.
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em São Paulo também tem reforçado o suporte a imigrantes, adaptando o atendimento para superar barreiras linguísticas e facilitar o acesso à documentação e inserção social. Segundo dados do Observatório de Assistência Social, cerca de 2 mil imigrantes já foram atendidos pelas unidades municipais apenas nestes primeiros meses de 2026.