São Paulo acolhe mais de 800 imigrantes pelas Vilas Reencontro entre 2022 e 2025

Programa socioassistencial da Prefeitura oferece suporte social, regularização documental e acesso a serviços públicos, consolidando-se como referência para a população migrante vulnerável na capital.

Por Redação-Itaquera em Notícias
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Imagem: Divulgação / Prefeitura de SP

O programa socioassistencial Vila Reencontro, da Prefeitura de São Paulo, provê acolhimento e fortalecimento de vínculos para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade, destacando-se como ponto de apoio para a população imigrante na capital. Entre 2022 e agosto de 2025, o programa acolheu 809 imigrantes, refletindo a diversidade cultural da cidade.

Os imigrantes acolhidos são oriundos de uma variedade de países, incluindo Venezuela, Angola, República Democrática do Congo, Haiti, Bolívia, Guiné-Bissau e Argentina. O levantamento da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) aponta que todas as unidades da rede participaram desse acolhimento, com destaque para as unidades Jabaquara 1 e Jabaquara 2, que somam mais de 320 acolhimentos no período. As Vilas Reencontro de Sapopemba, Canindé, Pari e Santo Amaro também registraram índices significativos de atendimento.

As unidades do programa contam com equipes técnicas especializadas que oferecem acompanhamento social, apoio para regularização documental e acesso a políticas públicas. Elas também realizam encaminhamentos para saúde e educação, além de atividades de convivência e ações focadas no desenvolvimento da autonomia das famílias. O monitoramento das chamadas "saídas qualificadas" é feito em parceria com a Coordenadoria de Vigilância Social (COVS) para garantir a precisão dos indicadores e a transparência dos resultados.

Atualmente, mais de 600 imigrantes residem nas Vilas Reencontro, consolidando o programa como uma das principais portas de entrada para o acolhimento da população migrante vulnerável na cidade de São Paulo. Mounia Rhazaf, uma das acolhidas, de origem marroquina, descreve o apoio recebido como "um abraço", reforçando a importância humanizada do programa.