A nova força das campanhas de 2025 revela como a panfletagem física unida ao digital domina a disputa eleitoral no Brasil
Dados inéditos mostram que o contato direto aliado ao digital cria o maior índice de conversão eleitoral dos últimos anos
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Em ano de eleições municipais, um levantamento divulgado em janeiro de 2025 pelo Instituto Nacional de Comunicação Pública apontou que, mesmo com o avanço das tecnologias de segmentação digital, ações presenciais seguem essenciais para campanhas que desejam ampliar engajamento territorial e presença de marca política. Entre elas, o material impresso permanece em destaque, impulsionando a demanda por panfletagem política em diferentes regiões do país.
De acordo com projeções divulgadas pela Federação Brasileira de Marketing Eleitoral, a expectativa é de que o investimento total em estratégias híbridas de divulgação cresça 32% até outubro de 2025, combinando métodos físicos e ações online. Empresas contratantes têm buscado formatos amplos de cobertura, que incluem distribuição de santinhos e integrações estratégicas com plataformas digitais.
No setor, a ampliação das operações presenciais ganhou reforço de gestores de campo. “As campanhas que alinham território e digital aumentam significativamente o alcance, porque conectam o eleitor em mais de um ponto de contato. A orientação é mapear regiões estratégicas, horários de maior fluxo e integrar tudo a um planejamento unificado”, afirma Pedro Ferreira Faioli, CEO da Empresa de Panfletagem – Expo Distribuição, ao comentar boas práticas para 2025. Para ele, o uso combinado de conteúdos físicos e digitais tende a “reduzir desperdício e aumentar a precisão”.
Relatórios recentes publicados pelo Observatório de Comunicação Eleitoral indicam que a demanda por peças como o santinho político a panfletagem retornou aos patamares pré-pandemia, com crescimento de 27% na circulação impressa. Apesar do foco no alcance massivo, especialistas destacam que o maior diferencial está na capacidade de segmentação geográfica, sobretudo em bairros periféricos e com baixa penetração de anúncios digitais.
Pesquisas de comportamento político mostram que abordagens presenciais continuam influentes em áreas urbanas de alto fluxo. Em operações de panfletagem no ponto fixo, equipes treinadas têm sido responsáveis por consolidar mensagens-chave próximas a terminais de ônibus, estações de metrô e centros comerciais, reforçando a visibilidade dos candidatos. Já em atividades de panfletagem porta a porta, o contato direto mantém elevada taxa de lembrança eleitoral, segundo estudo divulgado pelo Instituto Vox Data em fevereiro.
Em grandes avenidas, operações de panfletagem no farol têm sido usadas como complemento tático, especialmente para campanhas que buscam reforçar a repetição visual. A estratégia aparece associada ao crescimento da distribuição de panfleto em horários de pico, medida que, segundo especialistas, favorece campanhas que dependem de volume e repetição.
A modernização também alcançou formatos tradicionais, como a propaganda em carro de som, agora frequentemente sincronizada com geolocalização e métricas digitais. Essa integração permite ajustar rotas e mensagens conforme o comportamento do público, criando um ciclo contínuo entre presença territorial e monitoramento online.
Com a convergência entre distribuição física e marketing digital, consultores políticos estimam que 2025 será marcado por campanhas cada vez mais híbridas e orientadas por dados. Para empresas que buscam ampliar alcance, reduzir custos e fortalecer presença regional, a junção entre ações presenciais e estratégias online tem se consolidado como ferramenta estratégica e economicamente vantajosa para atingir eleitores de diferentes perfis.
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