Galã global aterrisa com peça inédita no Teatro BDO Jaraguá
Amaury Lorenzo encena Euclides da Cunha
DÉBORA AGOSTINI
TEATRO BDO JARAGUÁ
Apresenta
AMAURY LORENZO, PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO COM O SOLO A LUTA, BASEADO NO LIVRO OS SERTÕES DE EUCLIDES DA CUNHA.
COM ADAPTAÇÃO DE IVAN JAF DA TERCEIRA PARTE DO LIVRO SOBRE A GUERRA DE CANUDOS E DIREÇÃO DE ROSE ABDALLAH A PEÇA TEM VÁRIAS INDICAÇÕES DE
MELHOR ATOR.
Há dois anos em turnê pelo Brasil, a peça “A LUTA” aterrisa no Teatro BDO Jaraguá a partir de 21 de novembro trazendo um dos mais reverenciados protagonistas da televisão, Amaury Lorenzo, que trouxe para as telas personagens como “Ramiro” de Terra e Paixão, e Gilmar, da atual “Três Graças”.
O solo transforma o ator Amaury Lorenzo em um rapsodo (trovador). Os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia, de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas.
Da mesma maneira, podemos imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de histórias” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.
“O que me impressiona na obra de Euclides da Cunha é a riqueza de detalhes. O texto fala da construção da identidade brasileira, e percebo que a plateia vai sentindo comigo o cheiro daquela guerra, o cheiro daquelas pessoas. E esse é nosso objetivo, levar essa narrativa poderosa a mais gente. Muitos vão ao teatro porque me conhecem da TV e acabam se emocionando com uma aula de história, que nos faz entender de onde viemos, e assim, passamos a ter mais possibilidades de construir um futuro melhor”, arremata o ator.
Nessa terceira e última parte de Os Sertões, Euclides criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas que traziam a modernidade contra o obscurantismo religioso que alicerçava a monarquia: os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão provocando a união dos dois lados pela intolerância e a violência.
“A LUTA” é uma guerra arquetípica, mitológica, portanto, será sempre atual para entender a formação do Brasil. É uma peça para nos questionar enquanto sociedade. O retumbante fracasso dos dois lados com a violência sem sentido de ambos, é o resultado da nossa triste ignorância que infelizmente perdura”, resume a diretora Rose Abdallah.
Crítica de Tânia Brandão: https://foliasteatrais.com.br/coluna-segunda-de-teatro-207/
Ficha técnica
Autor Ivan Jaf | Direção Rose Abdallah | Ator Amaury Lorenzo
Direção de movimento Amaury Lorenzo e Johayne Hildefonso | Direção de arte Rose Abdallah
Iluminação Ricardo Meteoro | Música original gravada Alexandre Dacosta | Pesquisa sonora e preparação vocal Amaury Lorenzo | Vídeo Sérgio Lobato (Cambará Filmes) | Fotos Vitor Kruter – Coletivo Pitoresco – Nando Machado – Sérgio Lobato | Assessoria de Imprensa Rachel Almeida (Racca Comunicação) | Identidade visual Inova Brand | Produção executiva Marcio Netto| Direção de produção Amaury Lorenzo e Sandro Rabello | Realização Bambu Produções e Diga Sim Produções
SERVIÇO
Gênero: Solo dramático
ESTREIA: 21/11/25, sexta-feira, 22h
TEMPORADA: 22/11 a 21/12/25, sábados, às 21h e domingos, às 19h
Ingressos: R$ 150,00 | R$ 75,00
Duração: 60 minutos
Indicação etária: 14 anos
Local: TEATRO BDO JARAGUÁ. Rua Martins Fontes, 71, Centro (Metrô Anhangabaú)
Fone: 11-2802-7075
Capacidade: 260 lugares
Bilheteria: A partir das 18h de sextas-feiras bilheteria@teatrobdojaragua.com.br ou pelo link: https://bileto.sympla.com.br/event/112950
Estacionamento: no local pela ESTAPAR através da entrada principal do hotel com valor reduzido de R$ 30 (trinta Reais) por até 4h, valorizando a experiência “espetáculo + Bar do Clóvis + Restaurante W3 do hotel Nacional In Jaraguá. Você pode reservar seu jantar pelo telefone 11-2802-7035.
Apresenta
AMAURY LORENZO, PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO COM O SOLO A LUTA, BASEADO NO LIVRO OS SERTÕES DE EUCLIDES DA CUNHA.
COM ADAPTAÇÃO DE IVAN JAF DA TERCEIRA PARTE DO LIVRO SOBRE A GUERRA DE CANUDOS E DIREÇÃO DE ROSE ABDALLAH A PEÇA TEM VÁRIAS INDICAÇÕES DE
MELHOR ATOR.
Há dois anos em turnê pelo Brasil, a peça “A LUTA” aterrisa no Teatro BDO Jaraguá a partir de 21 de novembro trazendo um dos mais reverenciados protagonistas da televisão, Amaury Lorenzo, que trouxe para as telas personagens como “Ramiro” de Terra e Paixão, e Gilmar, da atual “Três Graças”.
O solo transforma o ator Amaury Lorenzo em um rapsodo (trovador). Os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia, de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas.
Da mesma maneira, podemos imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de histórias” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.
“O que me impressiona na obra de Euclides da Cunha é a riqueza de detalhes. O texto fala da construção da identidade brasileira, e percebo que a plateia vai sentindo comigo o cheiro daquela guerra, o cheiro daquelas pessoas. E esse é nosso objetivo, levar essa narrativa poderosa a mais gente. Muitos vão ao teatro porque me conhecem da TV e acabam se emocionando com uma aula de história, que nos faz entender de onde viemos, e assim, passamos a ter mais possibilidades de construir um futuro melhor”, arremata o ator.
Nessa terceira e última parte de Os Sertões, Euclides criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas que traziam a modernidade contra o obscurantismo religioso que alicerçava a monarquia: os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão provocando a união dos dois lados pela intolerância e a violência.
“A LUTA” é uma guerra arquetípica, mitológica, portanto, será sempre atual para entender a formação do Brasil. É uma peça para nos questionar enquanto sociedade. O retumbante fracasso dos dois lados com a violência sem sentido de ambos, é o resultado da nossa triste ignorância que infelizmente perdura”, resume a diretora Rose Abdallah.
Crítica de Tânia Brandão: https://foliasteatrais.com.br/coluna-segunda-de-teatro-207/
Ficha técnica
Autor Ivan Jaf | Direção Rose Abdallah | Ator Amaury Lorenzo
Direção de movimento Amaury Lorenzo e Johayne Hildefonso | Direção de arte Rose Abdallah
Iluminação Ricardo Meteoro | Música original gravada Alexandre Dacosta | Pesquisa sonora e preparação vocal Amaury Lorenzo | Vídeo Sérgio Lobato (Cambará Filmes) | Fotos Vitor Kruter – Coletivo Pitoresco – Nando Machado – Sérgio Lobato | Assessoria de Imprensa Rachel Almeida (Racca Comunicação) | Identidade visual Inova Brand | Produção executiva Marcio Netto| Direção de produção Amaury Lorenzo e Sandro Rabello | Realização Bambu Produções e Diga Sim Produções
SERVIÇO
Gênero: Solo dramático
ESTREIA: 21/11/25, sexta-feira, 22h
TEMPORADA: 22/11 a 21/12/25, sábados, às 21h e domingos, às 19h
Ingressos: R$ 150,00 | R$ 75,00
Duração: 60 minutos
Indicação etária: 14 anos
Local: TEATRO BDO JARAGUÁ. Rua Martins Fontes, 71, Centro (Metrô Anhangabaú)
Fone: 11-2802-7075
Capacidade: 260 lugares
Bilheteria: A partir das 18h de sextas-feiras bilheteria@teatrobdojaragua.com.br ou pelo link: https://bileto.sympla.com.br/event/112950
Estacionamento: no local pela ESTAPAR através da entrada principal do hotel com valor reduzido de R$ 30 (trinta Reais) por até 4h, valorizando a experiência “espetáculo + Bar do Clóvis + Restaurante W3 do hotel Nacional In Jaraguá. Você pode reservar seu jantar pelo telefone 11-2802-7035.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): DARSONVAL JOSÉ DE ALMEIDA
adm@teatrod.com.br