22/07/2022 às 09h43min - Atualizada em 22/07/2022 às 18h55min

Varejistas investem em planos de melhoria na gestão de direitos humanos para cadeia de fornecedores

Transparência na gestão e redução dos riscos de conduta e imagem são alguns dos benefícios dessa prática

SALA DA NOTÍCIA Patricia Alves AIF
www.esgpress.com.br
Divulgação/SB
 

A terceirização de serviços é uma prática comum, principalmente, nas grandes redes varejistas. Além de reduzir custos de contratação, pode trazer agilidade, flexibilidade e qualificação profissional. A questão é, como garantir que essas empresas e os profissionais estejam alinhados às práticas ESG da empresa contratante. “Não é incomum vermos empresas envolvidas em problemas de direitos humanos por não estarem todos alinhados às metas ESG, por isso, torna-se essencial conhecer a gestão de direitos humanos de todos os fornecedores e ainda, investir em planos de melhoria”, explica Ana Carolina Xavier, Diretora de Inovação e ESG da ESG Tech SB Sustainable Business Solutions.

Dentre os aspectos mais importantes a serem observados estão o engajamento com a sustentabilidade, transparência na comunicação, conduta ética, mecanismos de seleção, trabalho infantil e escravo na cadeia produtiva e a responsabilidade social dos fornecedores. Para que seja possível levantar esses dados, um dos caminhos encontrados pelo mercado é a execução do chamado Due Diligence de Direitos Humanos, com auxílio de um aplicativo que facilita o acesso à cadeia de fornecedores. “O ambiente digital permite que tudo seja feito de forma personalizada e rápida, abrangendo fornecedores nacionais e internacionais”, explica Ana Carolina.

Um exemplo de grande varejista que aplicou esse recurso foi o Grupo Carrefour e Atacadão que executou a Due Diligence de Direitos Humanos em todos os fornecedores da rede em parceria com a SB Sustanaible Business Solutions.  A ação foi realizada entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022 em 200 fornecedores. “A ideia era fazer um recorte atual da cadeia e assim trabalhar pontos de melhoria”, explica Ana Carolina. Cerca de 200 fornecedores do grupo passaram pelo processo.

O trabalho aconteceu dentro de um APP 100% digital, que garantiu toda a jornada e suporte imediato e irrestrito aos fornecedores que participaram e responderam as questões levantadas dentro da diligência de Direitos Humanos. “Foram mapeadas 70 questões divididas entre dimensões e critérios”, explica.

 “Foi elaborada uma comunicação para explicar o projeto e também reforçamos a mensagem com um webinar explicando os objetivos, a plataforma e como as questões deveriam ser respondidas”. Todas as questões foram realizadas com base em frameworks internacionais como GRI, CDP, ISE, ISSO 26000, entre outros.

Mais do que garantir a segurança e reduzir riscos para a imagem da empresa, o gerenciamento ESG com foco em Direitos Humanos traz mais transparência para a gestão e um ganho considerável de conduta tanto para os colaboradores quanto para os consumidores.

 

Mais informações: https://sbsustainablebusiness.com/


Imprensa: ESG PRESS - Patricia Alves (19) 99864 2200
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