De olho na mobilidade

O Senado está postergando, mas será inevitável a interferência dos Governos municipais na prática dos aplicativos móveis, como o 99, Cabify, Lady Drive e o mais popular de todos, UBER. Os taxistas, por sua vez, parecem ter abandonado as práticas mais rudes, como agressões físicas, trocando-a por uma guerra de leis e regras para inviabilizar os concorrentes. Na verdade, a decisão mais recente ficou para o próximo dia 31. Os responsáveis pelos aplicativos estão colhendo assinaturas e enviando para as subprefeituras, como forma de pressionar os governantes que parecem governar contra as causas populares, que agradam a maioria. Qual será a finalidade da democracia, se não atender as maiorias ante as minorias ou interesses isolados? Os aplicativos caíram na graça das pessoas e tirou dezenas de milhares de pessoas do desemprego absoluto. No entanto, é cabível que as empresas passem a fornecer às prefeituras ao menos os números de motoristas para que estudos de impactos no trânsito sejam realizados e estruturadas novas rotas para determinadas vias, com base nos próprios aplicativos de mapas, como Google Maps e WASE. Quanto ao emplacamento nas cores vermelhas, seria necessário saber se apenas os motoristas terão que cumprir os deveres  ou se terão também direitos, como isenção de rodízio e utilização de faixas exclusivas para táxis. Esta discussão vai longe.

*Aulas marciais suspensas nos CEUs da Zona Leste
*De 120 para 50
*O nascer de um candidato
*E a educação?