O batizado de Lucca

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Dia 30 de setembro, a Chácara Nalone Giusti  engalanou-se mais uma vez, com a capelinha de Nossa Senhora do Rosário totalmente decorada com rosas brancas para receber a família Giusti e convidados para mais um batizado, desta vez, do tataraneto do patriarca Giovanni  Giusti, o menino Lucca Capelini Nalone com 5 meses, filho de Matheus Nalone e Amanda Capelini. Os avós por parte de pai, Márcia Giannini e Flávio Giannini e por parte da mãe, Roseli Capelini e Reginaldo Capelini não cabiam em sí de tanta demonstração de felicidades, compartilhada com o bisavô, o empresário  Orlando Nalone Giusti e os padrinhos, Talita Capelini e Gianluca Giannini. O dia bonito com sol de brigadeiro trouxe mais brilho a solenidade, celebrada  pelo padre Emerson  Andrade, já em sua terceira edição de batismo da família Giusti,  sendo primeiro o bisneto Pedro e o segundo a bisneta Giulia, ambos do ramo de Rodolfo Giusti, o avô, e Giovanni Giusti o bisavô.  Cerca de sessenta convidados entre os familiares e amigos foram testemunhas do batizado de Lucca Capelini Nalone, sendo todos brindados com lembranças e souvenir  do recém iniciado nos votos de Nosso Senhor Jesus, o Cristo, como todos os seus ancestrais.

A DINASTIA GIUSTI

Recém  chegado da Itália (1950), o imigrante  Giovanni Giusti e sua mulher Paschoalina Roque Giusti (filha de italianos), no dia 7 de janeiro de 1956, tiveram  a brilhante ideia e a coragem de iniciarem as atividades da Giusti & Cia. Ltda., em um pequeno galpão bastante rústico em madeira no bairro paulistano de Vila Carrão, distrito do Tatuapé. Com poucas máquinas (dois teares um EMA e outro ELPB de origem alemã) trabalhavam na fabricação das telas e tecidos metálicos dia e noite, para atenderem a demanda, visto que despontava no mercado como a pioneira na fabricação destes produtos. Aliados a esse pioneirismo na fabricação nacional de telas e tecidos metálicos por uma metodologia de ponta para a época, fez com que a empresa assumisse nos 61 anos de sua fundação a liderança do mercado nacional e na América  Latina. Por um árduo e longo caminho transpondo as vicissitudes do mercado e as crises econômicas, a Giusti nunca parou de investir em pesquisas tecnológicas modernas para assegurar o seu sucesso e manter a liderança no setor desde 1957. Da pequena indústria onde com sua mulher Paschoalina e seus três filhos, Orlando, José Cláudio e Rodolfo, “tocavam na raça” dia e noite a produção de telas metálicas, o velho patriarca Giovanni Giusti  (falecido em julho/2016) deixou para seus sucessores uma das mais modernas fábricas de telas e tecidos metálicos.